Quando Victor retorna ao seu apartamento, ele tem uma carta do pai esperando. Qual é a triste notícia, pai?
Victor, com o coração batendo forte de expectativa e medo, se atrapalhou com as chaves ao chegar à porta do apartamento. Ele estava ausente há semanas e as notícias pesavam em sua mente. A carta, endereçada com a caligrafia familiar e ligeiramente trêmula de seu pai, estava sobre a mesa, uma premonição sombria na penumbra.
Enquanto lia, o mundo parecia inclinar-se. A notícia chegou lentamente, como uma onda quebrando na praia, cada palavra erodindo o chão abaixo dele. Seu pai, o homem que sempre foi uma rocha, uma fonte de força, havia partido.
A carta falava de uma doença repentina, de um declínio rápido, de uma passagem pacífica. Mas as palavras eram vazias. Eles não poderiam preencher o vazio que agora abria em seu peito. Ele esperava por isso, sabia que isso aconteceria, mas o peso disso, a finalidade, era esmagador.
Victor caiu de joelhos, a carta amassada em sua mão. Quase podia ouvir a voz do pai, rouca e amorosa, sussurrando:"Está tudo bem, filho. Está tudo bem." Mas as palavras eram apenas um eco fantasma no apartamento silencioso, e Victor ficou sozinho com a triste verdade:seu pai havia partido e ele nunca mais o veria.