É difícil dizer com certeza quais metáforas estão “morrendo” porque a linguagem está em constante evolução. No entanto, algumas metáforas que estão se tornando menos comuns ou mais obsoletas devido ao uso excessivo incluem:
Usado demais e clichê: *
"Agulha no palheiro": Embora ainda seja tecnicamente precisa, a frase tornou-se tão usada que perdeu seu impacto.
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"Elefante na sala": Esta metáfora tornou-se tão comum que já não é surpreendente nem eficaz.
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"Ponta do iceberg": Esta frase tornou-se desatualizada porque não representa com precisão a realidade dos icebergs.
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"Pica redonda em um buraco quadrado": Essa metáfora é frequentemente usada de uma forma simplista e sem nuances.
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"Frutas ao alcance da mão": Embora às vezes ainda seja útil, pode parecer preguiçoso e repetitivo.
Metáforas ligadas à tecnologia ultrapassada: *
"Computação em nuvem": Embora o conceito de “nuvem” ainda seja relevante, a própria metáfora está se tornando cada vez mais desatualizada.
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"Disco rígido": Esta metáfora está a perder a sua relevância à medida que o armazenamento de dados se tornou mais abstrato.
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"Tornando-se viral": Embora o conceito de “viralizar” ainda se aplique ao conteúdo da Internet, a metáfora em si parece desatualizada.
Metáforas insensíveis ou problemáticas: *
"O cego guiando outro cego": Esta frase pode ser considerada ofensiva para pessoas com deficiência visual.
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"Jogar fora o bebê junto com a água do banho": Esta metáfora pode ser insensível para aqueles que passaram por perdas ou traumas.
Outras metáforas moribundas: *
"Corrida contra o tempo": Embora o conceito de urgência ainda seja relevante, esta metáfora tornou-se excessivamente utilizada e carece de criatividade.
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"Quebrar o gelo": Esta metáfora está a tornar-se cada vez mais ultrapassada à medida que as normas sociais mudam.
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"De volta à prancheta": Esta metáfora parece ultrapassada e carece de relevância na era digital.
É importante notar que as metáforas são constantemente reinventadas e atualizadas. Os listados acima podem ser considerados “morrendo” neste momento, mas isso não significa que irão desaparecer completamente.
A chave para uma comunicação eficaz é usar metáforas novas e criativas que ressoem no seu público. Evite confiar em clichês usados demais e esteja atento ao potencial de linguagem insensível.