Como Van Helsing se sente com a morte de Lucy em Drácula?
Os sentimentos de Van Helsing sobre a morte de Lucy em *Drácula* de Bram Stoker são complexos e multifacetados. Embora esteja profundamente triste com a morte dela, ele também reconhece a necessidade de seu sacrifício para impedir o reinado de terror de Drácula.
Aqui está um resumo das emoções de Van Helsing:
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Tristeza e tristeza: Como médico e amigo de Lucy, Van Helsing sente profunda tristeza por sua perda. Ele testemunha seu declínio gradual no vampirismo e sua eventual morte, tanto física quanto mentalmente. Essa perda o afeta profundamente, como evidenciado por seu comportamento sombrio e seus pronunciamentos solenes.
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Alívio: Enquanto chora por Lucy, Van Helsing também entende que a morte dela foi um passo necessário para derrotar Drácula. Ele reconheceu que ela já havia sucumbido à influência vampírica e não poderia mais ser salva. Sua morte, portanto, foi um sacrifício trágico, mas necessário, para proteger Mina e outros do mesmo destino.
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Um senso de dever: O senso de dever de Van Helsing o obriga a continuar sua luta contra Drácula, mesmo diante da perda de Lucy. Ele vê a morte dela como um catalisador para sua determinação, levando-o a encontrar maneiras de destruir permanentemente o vampiro e evitar novas tragédias.
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Aceitação agridoce: A aceitação da morte de Lucy por Van Helsing é tingida de agridoce. Ele reconhece as circunstâncias trágicas de sua morte, mas também entende que sua morte foi necessária para salvar outras pessoas. Ele sente a responsabilidade de honrar o sacrifício dela, continuando sua luta contra o monstro.
É importante notar que os sentimentos de Van Helsing não são explicitamente declarados no romance. No entanto, suas ações e palavras ao longo da história fornecem pistas para suas lutas internas. Ele carrega o fardo da dor e da responsabilidade, tornando seu personagem um exemplo convincente e cheio de nuances de resiliência humana diante da escuridão.