Na poesia,
invocação refere -se ao ato de se dirigir a uma musa, divindade ou outra entidade poderosa No início de um poema. Este ato serve a vários propósitos:
1. Buscando inspiração: O poeta chama a musa, a divindade ou a entidade para orientação e inspiração para escrever o poema. Isso pode ser visto como uma maneira de reconhecer a fonte de poder criativo e solicitar sua ajuda.
2. Definindo o tom e o tema: A invocação estabelece o tom e o tema geral do poema. Por exemplo, uma invocação para uma guerra que Deus sugeriria um poema sobre batalha e violência, enquanto uma invocação para uma deusa do amor pode sinalizar um poema sobre romance e desejo.
3. Estabelecendo a persona do poeta: A escolha de quem invocar revela algo sobre a persona do poeta e seu relacionamento com o mundo. Um poeta que invocava uma musa clássica sugere uma conexão com a tradição literária, enquanto um poeta que invoca uma divindade pessoal pode expressar uma forte crença no sobrenatural.
4. Criando uma sensação de ritual: O ato de invocação pode criar um senso de cerimônia e ritual, elevando o poema e dando -lhe uma sensação de importância.
Exemplos: *
Homer's *the odyssey *: "Cante, ó Deusa, do homem de reviravoltas, o andarilho, depois de demitir a cidade sagrada de Troy."
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John Milton's *Paradise Lost *: "Cante, MUSE celestial, que no topo secreto de Oreb, ou do Sinai, inspirou aquele pastor, que ensinou pela primeira vez a semente escolhida ..."
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t.s. Eliot's *The Waste Land *: "Vi com meus próprios olhos o sibila de Cumae pendurado em uma jarra, e quando os meninos disseram, Sibyl, o que você quer? Ela respondeu, eu quero morrer."
É importante observar que nem todos os poemas usam a invocação . É um dispositivo poético tradicional que se tornou menos comum na poesia moderna, mas ainda pode ser uma ferramenta poderosa e eficaz.