Em "A Aventura da Banda Salpicada", o plano do Dr. Roylott, o vilão, sai pela culatra de algumas maneiras:
1. A intervenção inesperada de Sherlock Holmes: O plano do Dr. Roylott baseia-se na suposição de que ninguém suspeitará de seu envolvimento ou intervirá. No entanto, Sherlock Holmes, com sua observação e deduções aguçadas, vê através da fachada da "faixa salpicada" aparentemente aleatória e identifica o verdadeiro culpado.
2. A desenvoltura de Helen Stoner: O Dr. Roylott subestimou a coragem e a inteligência de Helen Stoner. Embora inicialmente presa, Helen encontra uma maneira de sinalizar pedindo ajuda cortando a corda do sino, o que alerta Holmes sobre o perigo.
3. As consequências imprevistas da "faixa salpicada": O plano do Dr. Roylott, focado em silenciar Helen Stoner, leva à consequência não intencional de sua própria morte. A cobra venenosa, destinada a Helen, acaba matando-o quando ele tenta recuperá-la após ser alertado sobre a ameaça por Holmes.
4. A imprevisibilidade da "faixa salpicada": O Dr. Roylott presumiu que a cobra agiria de maneira previsível e atacaria apenas Helen. No entanto, a cobra é atraída pelo calor da corda do sino, o que desencadeia seu ataque inesperado ao Dr. Roylott.
Em essência, o tiro sai pela culatra porque depende de uma série de suposições e fatores que se revelam falhos:
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Subestimando as habilidades de Holmes: O intelecto aguçado e as deduções de Holmes desmontam completamente a ilusão cuidadosamente elaborada do Dr. Roylott.
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Subestimando a resiliência de Helen: A desenvoltura e coragem de Helen, juntamente com sua confiança em Holmes, frustram o plano do Dr. Roylott.
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A natureza imprevisível da "arma": A cobra venenosa, embora destinada a Helen, acaba se tornando o instrumento para a morte do Dr. Roylott.
O plano do Dr. Roylott, movido pela ganância e malícia, acaba falhando devido à natureza imprevisível dos eventos e à intervenção inesperada de outros. Isto serve como um poderoso lembrete das limitações do controlo e das consequências dos erros de cálculo.