O Último Olimpiano, o último livro da série Percy Jackson e os Olimpianos de Rick Riordan, utiliza várias formas de ironia, incluindo:
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Ironia Situacional: Este é talvez o tipo mais prevalente. Todo o livro depende disso:
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A confiança dos deuses em Percy: Apesar do seu imenso poder, os deuses do Olimpo precisam de Percy para derrotar Cronos. A profecia afirma explicitamente que apenas um filho dos Três Grandes pode derrotar Cronos, demonstrando como os deuses poderosos dependem de um adolescente aparentemente comum.
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A traição de Luke: Luke, amigo e mentor de Percy, acaba por ser o vilão principal, o campeão de Cronos. Esta traição inesperada cria uma reviravolta comovente e trágica.
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Vulnerabilidade do Acampamento Meio-Sangue: O santuário dos semideuses, o Acampamento Meio-Sangue, está sob constante ataque dos Titãs. Isso é irônico, considerando que foi feito para ser um porto seguro.
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Ironia Dramática: Isso ocorre quando o público sabe algo que os personagens não sabem.
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Paternidade de Percy: O leitor sabe que Percy é filho de Poseidon muito antes de descobrir essa verdade. Isso cria tensão e expectativa enquanto Percy luta para compreender sua identidade.
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O destino de Lucas: O leitor está ciente do destino final de Luke, seu sacrifício para salvar Annabeth, embora o próprio Luke não saiba que este será o seu fim.
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Ironia Verbal: Esta forma é menos proeminente, mas ainda presente:
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Os "poderes" de Percy: Os "poderes" de Percy são frequentemente descritos como pontos fracos, como sua dislexia e TDAH. Isso é irônico porque essas “fraquezas” são na verdade seus pontos fortes como semideus.
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As promessas dos deuses: Os deuses muitas vezes fazem promessas que não podem ou não cumprem, criando um sentimento de ironia.
No geral, o uso da ironia em O Último Olimpiano aprimora a narrativa ao adicionar tensão, humor e uma sensação de complexidade aos personagens e seus relacionamentos. Destaca os temas do destino, do poder e da condição humana, acrescentando profundidade à batalha épica contra os Titãs.