Um poema de personificação confere qualidades humanas a um animal, objeto ou ideia. Ele dá vida ao que não vive e o torna compreensível para o leitor. Aqui está um exemplo:
As folhas dançantes Num mundo onde as folhas voam,
Eles giram e voam, uma visão maravilhosa.
Adornado em tons de vermelho e dourado,
Eles tecem sua história, histórias não contadas.
Eles sussurram segredos para a brisa,
Enquanto eles balançam e dançam entre as árvores.
Eles riem de alegria, choram de dor,
Refletindo emoções, como uma chuva suave.
Com passos ágeis, eles tocam o chão,
Acariciando suavemente, sem emitir nenhum som.
Eles valsam e giram, em perfeita graça,
Um balé da natureza, uma bela perseguição.
Oh, folhas dançantes, tão cheias de vida,
Você traz encantamento, em meio às lutas da vida.
Em seu abraço, encontramos libertação,
Um momento de felicidade, uma doce paz interior.
Então, vamos nos maravilhar com sua alegria,
Enquanto você pinta a tela da nossa visão.
Seres personificados, graciosos e livres,
Na sua presença encontramos serenidade.