Soneto 22 de Elizabeth Barrett Browning Como eu te amo? Deixe-me contar as maneiras.
Eu te amo em profundidade, largura e altura
Minha alma pode alcançar, quando me sinto fora de vista
Para os fins do ser e da graça ideal.
Eu te amo ao nível de todos os dias
Necessidade mais tranquila, ao sol e à luz de velas.
Eu te amo livremente, enquanto os homens lutam pelo que é certo;
Eu te amo puramente, pois eles abandonam o louvor.
Eu te amo com a paixão colocada em uso
Nas minhas antigas tristezas e com a fé da minha infância.
Eu te amo com um amor que parecia perder
Com meus santos perdidos, eu te amo com o sopro,
Sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida! e, se Deus quiser,
Eu apenas te amarei melhor após a morte.
Análise: Neste soneto, Elizabeth Barrett Browning explora a profundidade e amplitude de seu amor por seu marido, Robert Browning. Ela começa perguntando:"Como eu te amo?" e então lista as muitas maneiras pelas quais ela o ama.
Ela diz que o ama "até a profundidade, largura e altura/Minha alma pode alcançar", o que sugere que seu amor por ele é ilimitado e imensurável. Ela também diz que o ama “ao nível da necessidade diária/mais silenciosa”, o que mostra que seu amor não é apenas uma emoção passageira, mas um compromisso profundo e duradouro.
Browning também usa várias metáforas para descrever seu amor pelo marido. Ela compara isso à “paixão colocada em prática/em minhas antigas tristezas” e à “fé da minha infância”. Isso sugere que o amor dela por ele é forte e duradouro.
Nas linhas finais do soneto, Browning diz que ama o marido com "o fôlego, os sorrisos, as lágrimas de toda a minha vida!" Isso sugere que o amor dela por ele é abrangente e absorvente. Ela também diz que "mas te amará melhor após a morte", o que sugere que seu amor por ele só ficará mais forte na vida após a morte.
O Soneto 22 é uma bela e comovente expressão de amor. É uma prova do poder do amor para transformar e transcender a experiência humana.