Embora "Stormbreaker", de Anthony Horowitz, seja um thriller para jovens adultos, geralmente não é classificado como ficção científica. Aqui está o porquê:
*
Falta de cenário ou tecnologia futurista: A história se passa em um cenário contemporâneo, sem tecnologia avançada ou elementos futuristas. Os gadgets usados são mais parecidos com ferramentas de espionagem modernas.
*
Foco nas ameaças do mundo real: A trama gira em torno de questões do mundo real, como terrorismo, espionagem e intriga política. Os antagonistas não são alienígenas ou supervilões com poderes estranhos.
*
Ênfase em Ação e Suspense: O livro é movido por sequências de ação em ritmo acelerado, mistério e suspense, não por conceitos científicos ou avanços tecnológicos.
No entanto, "Stormbreaker" tem alguns elementos que podem ser considerados adjacentes à ficção científica:
*
Gadgets Avançados: Os gadgets utilizados pelos protagonistas, como o próprio “Stormbreaker”, são bastante avançados e futuristas para a época.
*
Temas de segurança cibernética: A história aborda segurança cibernética e hacking, temas frequentemente explorados na ficção científica.
*
Habilidades sobre-humanas: O protagonista, Alex Rider, é um espião habilidoso e com habilidades extraordinárias, treinado para ser uma arma, o que pode ser visto como uma forma de super-humanismo.
Em última análise, “Stormbreaker” é principalmente um thriller, mas tem alguns elementos que beiram a ficção científica. É mais correto descrevê-lo como um
thriller de espionagem com elementos de ficção científica em vez de um romance de ficção científica completo.