Charles G. Finney foi um evangelista muito bem-sucedido e influente, mas, como todos, passou por contratempos e fracassos. É difícil identificar falhas específicas, pois não existe uma lista definitiva ou um relato documentado de todas as suas lutas.
No entanto, podemos identificar algumas áreas onde Finney enfrentou oposição e críticas:
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Sua ênfase em "novas medidas" no revivalismo: Os métodos de Finney, como o uso de “bancadas ansiosas” e “reuniões prolongadas”, foram considerados radicais por alguns clérigos tradicionalistas. Ele foi acusado de ser muito emotivo e manipulador, e suas técnicas geraram polêmica.
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Seus pontos de vista sobre a reforma social: Finney foi um forte defensor do abolicionismo e da temperança, o que o colocou em conflito com alguns segmentos da sociedade que tinham opiniões opostas.
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Suas controvérsias dentro da Igreja Presbiteriana: A ênfase de Finney no "livre arbítrio" e suas visões pouco ortodoxas sobre a predestinação causaram tensão dentro da Igreja Presbiteriana, levando em última análise à sua separação da denominação.
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Suas lutas com a saúde mental: Finney passou por períodos de depressão e ansiedade ao longo de sua vida, o que às vezes impactou seu ministério.
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Seu impacto no cenário evangélico moderno: Embora o legado de Finney seja vasto, alguns críticos argumentam que sua ênfase na conversão pessoal e no emocionalismo contribuiu, em última análise, para o surgimento de uma forma de evangelicalismo mais individualista e menos engajada socialmente.
É importante lembrar que estas são interpretações de eventos históricos. Os fracassos de Finney não foram necessariamente deficiências pessoais, mas sim pontos de discórdia no contexto de sua época e no cenário religioso e social predominante.
Em última análise, a vida e o ministério de Charles G. Finney foram complexos e multifacetados e, embora tenha enfrentado desafios e controvérsias, também deixou uma marca inegável na história da religião americana.