O Capitólio em *Jogos Vorazes* de Suzanne Collins não quer que os espectadores aprendam sobre outros distritos. Na verdade, eles trabalham ativamente para
obscurecer a realidade da vida nos distritos, preferindo manter a imagem de uma
Panem unificada e feliz onde o Capitólio reina supremo.
Aqui estão alguns motivos pelos quais a Capital não quer que os espectadores conheçam os distritos:
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Mantenha o controle: Se os cidadãos do Capitólio conhecessem as verdadeiras condições nos distritos, poderiam questionar a estrutura de poder e os próprios Jogos. Isto poderia levar à rebelião e a uma ameaça à autoridade do Capitólio.
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Exploração: O Capitólio depende dos distritos para obter recursos e mão de obra. Expor as duras condições e a pobreza nos distritos poderia tornar as pessoas no Capitólio menos dispostas a apoiar o sistema que as explora.
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Propaganda: Os Jogos são uma poderosa ferramenta de propaganda. A Capital os usa para mostrar sua riqueza, poder e valor de entretenimento. Saber a verdade sobre os distritos prejudicaria esta imagem e tornaria os Jogos menos atraentes.
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Indiferença: A Capital promove ativamente uma cultura de apatia e auto-absorção. Os Jogos distraem os cidadãos das realidades do mundo fora das suas vidas luxuosas. Aprender sobre os distritos pode desafiar esta complacência e levar à empatia, algo que a Capital quer evitar.
Em vez de promover a compreensão, o Capitólio usa os Jogos para reforçar a ideia de que os distritos são
inferiores e
dependente na benevolência do Capitólio. Os próprios Jogos são uma forma de
espetáculo projetado para entreter e distrair os cidadãos do Capitólio das realidades de sua própria sociedade e das vidas daqueles que vivem fora dos muros do Capitólio.
Embora alguns espectadores possam desenvolver um sentimento de empatia pelos tributos durante os Jogos, o Capitólio controla a narrativa e garante que a sua perspectiva permanece limitada e, em última análise, reforça o status quo.