Victor Frankenstein faz várias escolhas fundamentais ao longo do romance de Mary Shelley que moldam o curso de sua vida e a vida das pessoas ao seu redor. Aqui estão alguns dos mais significativos:
1. A decisão de criar vida: * Esta é a escolha mais fundamental e consequente. Frankenstein, movido pela ambição e pela sede de conhecimento, opta por perseguir a criação da vida, desafiando a natureza e os limites da compreensão humana. Essa escolha desencadeia uma cadeia de eventos que leva à tragédia.
2. Abandonando a Criatura: * Depois de testemunhar a feiúra da criatura e se sentir oprimido por sua criação, Frankenstein o abandona imediatamente. Este ato de medo e rejeição tem consequências devastadoras, colocando a criatura num caminho de vingança e solidão.
3. Escolhendo ocultar sua criação: * Em vez de procurar ajuda ou encontrar uma maneira de controlar sua criação, Frankenstein opta por esconder sua criação, temendo as consequências de revelar seu segredo. Esta escolha leva a um efeito de bola de neve, com o ressentimento da criatura crescendo e acabando por levar à violência.
4. A escolha de adiar o confronto: * Ao longo do romance, Frankenstein adia repetidamente o confronto com sua criação. Ele evita responsabilidades e tenta escapar das consequências de suas ações. Esta escolha permite que a situação se agrave e conduza à morte de pessoas inocentes.
5. Recusa em criar um companheiro para a criatura: * Apesar dos apelos e promessas de coexistência pacífica da criatura, Frankenstein se recusa a criar uma companheira para ele, temendo as consequências potenciais da criação de outra criatura. Esta decisão reforça o isolamento e a raiva da criatura, levando a mais violência.
6. A escolha final para buscar vingança: * Em sua busca pela criatura, Frankenstein finalmente sucumbe ao desejo de vingança. Ele fica consumido por sua missão de destruir sua criação, negligenciando seu próprio bem-estar e agravando ainda mais o conflito.
7. Escolha de isolamento e autodestruição: * No final, Frankenstein escolhe uma vida de isolamento e autodestruição. Ele finalmente morre, consumido pelas consequências de suas escolhas e do monstro que ele criou.
Estas escolhas destacam os perigos da ambição desenfreada, a importância da responsabilidade e as consequências do medo e do isolamento. A história de Frankenstein serve como um alerta sobre os perigos potenciais de brincar de Deus e a importância da compaixão e da empatia.